O Papel do Terapeuta Holístico

Energias

“Aquele que trabalha com as mãos, é um Artesão! Aquele que trabalha com a mente. É um Sábio! Aquele que trabalha com a inspiração, é um Artista! Aquele que trabalha com a técnica, é um Profissional! Aquele que trabalha com a intuição, é um Místico! Aquele que trabalha com as Mãos, a Mente, a Inspiração, aTécnica, a Intuição e com o Coração é um Terapeuta!”

Há muita confusão e desinformação em nosso país a respeito de qual é realmente o papel de um terapeuta holístico. O que faz ele? O que não faz? Qual é a extensão e qual é o limite da sua prática profissional? Como devemos agir em relação aos clientes que o procuram?

A relação entre a medicina tradicional e as terapias holísticas

Há uma tendência a se acreditar que terapeutas holísticos pretendem substituir médicos na prática da medicina. Não é este o caso. O médico tem um campo de atuação, enquanto que o terapeuta holístico tem outro. Um não exclui nem substitui o outro. Ao contrário, ambos se complementam.

Afirmam os terapeutas holísticos que os seres humanos (o mesmo valendo para animais e plantas) possuem não apenas um corpo físico, mas também um corpo energético, que o circunda e o interpenetra. E que este corpo energético é o que origina o próprio corpo físico (afinal, como hoje os físicos sabem, matéria é energia condensada).

Afirmam também que se temos uma doença no corpo físico, temos um desequilíbrio ou bloqueio correspondente no corpo energético (também chamado de etérico). Que toda doença se manifesta em ambos os corpos, que, portanto, devemos tratar ambos.

Ora, o papel do médico é tratar do corpo físico e suas doenças. O do terapeuta holístico (também chamado de terapeuta energético), tratar do corpo energético e seus desequilíbrios e bloqueios.

Portanto, ambos os profissionais são agentes da saúde, mas de âmbitos diferentes dela: o primeiro, da saúde física. O segundo, da saúde energética.

Tratar somente o corpo físico com um médico é um tratamento incompleto. Da mesma forma, é incompleto tratar somente o corpo energético com um terapeuta holístico e deixar de tratar do corpo físico com um médico competente.

É por isso que ao falarmos em terapias holísticas, não devemos designá-las de terapias alternativas. Este termo é enganoso, pois causa a impressão de que são substitutas dos tratamentos médicos, de que são “alternativas” a eles. Porém, pelos motivos já expostos, esta é uma concepção errônea das terapias holísticas e o termo “alternativo” deve ser evitado. Um termo mais correto e que tem sido aos poucos adotados por diversos terapeutas holísticos é denominar seus métodos de terapias complementares . Ou seja, tratamentos que, realizados como complementos dos tratamentos médicos, auxiliam e aceleram o processo de cura promovido pelos mesmos.

Também pelos motivos acima expostos, há um consenso entre terapeutas
holísticos sérios de nunca recomendar a um cliente que, em caso de doença, abandone o tratamento médico tradicional. A recomendação de um terapeuta holístico neste caso deve ser a de que procure um médico de sua confiança, bem como faça, paralelamente, o tratamento energético.

Terapias holísticas não são formas de religião, nem são ligadas a religião alguma. Também não exigem o uso da fé para funcionarem, quer por parte do cliente, quer por parte do terapeuta. Não é preciso acreditar em nada. A experiência mostra que as terapias holísticas funcionam mesmo em clientes totalmente céticos.

Porém, um terapeuta holístico pode, se o desejar, usar de imagens sagradas, orações e métodos correlatos para auxiliar no tratamento energético. As diversas formas de terapias holísticas não dependem delas para funcionarem, mas podem se valer delas como auxiliares. É comum em espaços de atendimento holístico haver nas paredes imagens de Mestres e símbolos que se pense auxiliarem na harmonização energética.

O papel do terapeuta holístico é conscientizar o cliente de que todos os seus desequilíbrios energéticos são da sua própria responsabilidade e são resultados dos seus próprios atos e postura na vida, que causam uma desarmonia entre a sua Personalidade e o seu Espírito.

Deve conscientizá-lo a assumir essa responsabilidade a fim de transformar sua vida, de desenvolver-se integralmente (isto é, física, psicológica e espiritualmente), de tornar-se um ser humano pleno e realizado. Pois saúde, no seu sentido holístico, é ser um ser humano desenvolvido e em harmonia com seu eu profundo e com o cosmo.

Assim, o terapeuta holístico busca incentivar o cliente buscar valores evolutivos sob os quais viver e a praticar a introspecção, a fim de conhecer a si mesmo (“conhece-te a ti mesmo” pode ser considerado, neste sentido, a grande máxima da cura no sentido holístico).

Porém, o terapeuta holístico não é um conselheiro nem um psicólogo.
Não analisa a vida psicológica do cliente, nem fornece conselhos taxativos sobre como ele deve viver a sua vida, pois tem ciência de que ninguém pode saber o que é melhor para o outro. Pode, sim, dar sua opinião sobre alguma questão que seja levantada durante as sessões (muitas terapias holísticas têm a propriedade de trazer para o consciente material psíquico oriundo do inconsciente). No entanto, a sua opinião deve ser dada menos como uma orientação de como viver a sua vida e mais como uma seta indicando o que o cliente deve buscar.

Terapeutas holísticos costumam ter a consciência de que cada um é responsável pela sua saúde e que a sua cura está sempre dentro de si mesmo. Assim, o terapeuta holístico (energético) não vê a si mesmo como um curador. Vê-se como um facilitador da cura, auxiliando o cliente a curar-se a si mesmo. Sabem que toda cura é, na realidade, uma auto-cura.

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Boas energias e com o carinho de sempre…